
A câmera corporal de um policial militar registrou a prisão de um motociclista que estaria realizando a manobra conhecida como “grauzinho” em Vila Velha.
De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), o projeto-piloto, já finalizado, contou com a participação de policiais militares do Batalhão de Trânsito, da 12ª Companhia Independente, além de policiais civis e peritos da Polícia Científica. Ao todo, 250 câmeras foram utilizadas nas atividades operacionais.
O termo de referência para a contratação de novos equipamentos está em elaboração, e a previsão é de que o edital seja publicado em breve. A expectativa é que, até o fim do ano, as novas câmeras adquiridas já estejam em uso por todas as forças de segurança do Espírito Santo.
A fase de testes foi considerada essencial para definir protocolos e garantir o uso adequado de todas as funcionalidades. A Polícia Militar esclareceu que, no caso das imagens apresentadas, o equipamento não pertence ao Estado.
Por que usar câmeras corporais?
O uso de câmeras acopladas às fardas permite registrar abordagens, prisões, patrulhamentos e outras ações policiais, ajudando a verificar se elas foram realizadas de acordo com as leis e normas. Além disso, as filmagens podem servir como prova em casos de acusações infundadas ou para investigar possíveis abusos.
A proposta de implementar câmeras corporais ganhou força no Espírito Santo após a prisão de cinco policiais militares envolvidos em uma ação que terminou com a morte de um adolescente de 17 anos, em março de 2023, no município de Pedro Canário, no Norte do Estado.
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